Ontem, dia 02 de outubro, a BR 101 foi
novamente interditada no Morro dos Cavalos, mediante a utilização de indígenas kaingangs e caboclos, entre
esses, indígenas Guarani cuja procedência parental é do Paraguai. A sociedade
não deve atribuir o fechamento da BR 101 aos indígenas. Todos ali
assentados atualmente têm pleno conhecimento que não são originários do local e que o Morro
dos Cavalos, não lhes pertence enquanto terra indígena tradicional. Habitação
tradicional e originalidade se coadunam, na composição da premissa fundamental
que garante amparo legal (art. 231 CF) a uma demarcação para terra
indígena: o grupo indígena pretendente deve ser tradicional da região
desde tempos imemoriais. Voltando a questão do fechamento da BR 101, este foi
conduzido por antropólogos e estudantes afim, ligados a ONGs e partidos políticos, mas também vinculados a setores
da UFSC-Universidade Federal de Santa Catarina. Este grupo composto por
antropólogos de quinta categoria, insiste em fazer prevalecer uma fraude antropológica bizarra, ainda não dirimida pelas instituições federais
responsáveis. Fraude garantida pela chancela da UFSC embora esta Universidade,
tenham sido informada mediante documentação que a intenção demarcatória de seus antropólogos,
transita pelo afastamento das premissas fundamentais que definem o conceito
"Ética Científica". O imoral e ilícito justifica, neste caso, a
obtenção do benefício particular, manifestado através de salários pagos por
aquela instituição aos seus antropólogos, ditos indigenistas. Salários
compatíveis aos níveis federais pagos a docentes com títulos de doutores e
mestres em antropologia. Por
fim, suas fraudes científicas, que lhes garantem seus polpudos salários, também
contribuem em centenas de milhões de reais (aprox. 600 milhões) na
majoração indevida nos custos da transposição do Morro dos Cavalos (túneis) desta vez, através das
fraudes antropológicas anexadas ao EIA-RIMA em sua componente indígena,
atinente ao trecho da BR 101 que
abrigará os túneis. Ética é coisa do passado, científica, então, nem se fala!
Este blog segue os mesmos princípios éticos do site que o origina www.antropowatch.com.br: divulgar o massacre contra o índio paraguaio, planejado e posto em prática por um grupo de antropólogos fraudadores brasileiros com ingerência na FUNAI. Este crime humanitário tem sua origem oficializada a partir da demarcação para terra indígena as margens e sobreposta a movimentada rodovia BR 101 em Santa Catarina, região do Morro dos Cavalos.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Aos amigos paraguaios que tenho em minhas lembranças, desde que deixei a fronteira do Brasil com o Paraguai lá pelos idos de 1974, refiro-me a cidade de Foz do Iguaçu, faço uma solicitação para que leiam meu site www.antropowatch.com.br e também este blog www.antropowatcher.blogspot.com.br, onde inicio as postagens este mês. Estarei divulgando um dos maiores crimes desferidos contra populações indígenas que se tem conhecimento, dentro do escopo da antropologia. Para tanto, chamo a atenção de vocês amigos de Foz do Iguaçu, o Coquito, o Cururu (Walter) e muitos outros que queiram compartilhar o resgate da essência cultural Guarani paraguaia, que vem sendo paulatinamente roubada por falsos antropólogos brasileiros. Somente aqui em Florianópolis vocês verão indígenas que nem o espanhol sabem falar. Só se comunicam em Guarani. Foram arrancados de suas terras nos confins do Paraguai para servir de objeto de pesquisas em trabalhos acadêmicos no âmbito da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Estima-se que mais de 800 Guarani vivem somente na região da grande Florianópolis, em condições miseráveis e vexaminosa. Tudo isto e muito mais tem sido mantido em sigilo. Vamos nessa! Comecemos a divulgar. Abs.
O tema desenvolvido doravante neste blog abordará questões de ordem legal, conceitos que suscitam manifestações preconceituosas, interesses financeiros de terceiros que ultrapassam centenas de milhões de reais, mortes pré-anunciadas e a reputação de pessoas, instituições públicas e privadas. Dentro deste escopo delicado devo conduzir a questão - fraude antropológica - referente aos indígenas Guarani do Paraguai, com cuidados redobrados no que tange o aspecto probatório em minhas argumentações, acusações e denúncias contra pessoas e instituições federais em virtude de que a Procuradoria da República em Florianópolis, sustenta posicionamentos absolutamente opostos aos meus. A quem acuso de fraudadores ou fraudadoras, o MPF Ministério Público Federal profere palavras de honrarias.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
VOCÊ SABIA? Mais de 20 (vinte) indígenas morreram atropelados na região do Morro dos Cavalos - SC. Mesmo assim a FUNAI e o MPF insistem em demarcar uma reserva para indígenas Guarani desterrados do Paraguai, às margens de uma rodovia federal brasileira. Há bom senso nisso? Há defesa da preservação cultural ou dos direitos indígenas propondo uma reserva nestas condições insalubres? No mesmo local em razão de um projeto de duplicação rodoviária, os custos da obra está sendo majorado em 600 milhões de reais justificado, segundo o MPF e a FUNAI, pela defesa dos interesses indígenas. Você acredita nesta justificativa para onerar tanto esta obra rodoviária? Há bom senso nisso? O que se poderia fazer pelos indígenas paraguaios desterrados, se estes valores fossem realmente empregados em prol de suas necessidades fundamentais?
Após 2 anos resolvi retomar a divulgação através deste blog dos encaminhamentos, manobras, fraudes, manipulação e a degradante exploração de indígenas miseráveis, por aqueles que defendem a demarcação de reserva indígena no Morro dos Cavalos. ATENÇÃO: dizem, estes exploradores de indígenas, que defendem a preservação cultural e os interesses indígenas, mas a que preço? As custas do Erário que paga salários compatíveis àqueles recebidos por mestres e doutores atuantes em instituições universitária. Em breve divulgarei o nome dos antropólogos que ganham para "defender" interesses indígenas. Apontarei suas fraudes e quanto ganham para explorar a miséria indígena. Por hora quero informar que o projeto de duplicação da BR 101 e o processo demarcatório da reserva indígena Morro dos Cavalos, localizada as margens desta BR, tramitam em conformidade com as fraudes atinentes aos aspectos indígenas, intrínsecas a ambos documentos grifados.
No momento os ditos antropólogos atuantes em defesa da demarcação da reserva exigem a homologação da reserva para permitir a conclusão dos túneis para a transposição do Morro dos Cavalos.
Leiam meu site www.antropowatch.com.br
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