quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ontem, dia 02 de outubro, a BR 101 foi novamente interditada no Morro dos Cavalos, mediante a utilização de indígenas kaingangs e caboclos, entre esses, indígenas Guarani cuja procedência parental é do Paraguai. A sociedade não deve atribuir o fechamento da BR 101 aos indígenas. Todos  ali assentados atualmente têm pleno conhecimento que não são originários do local e que o Morro dos Cavalos, não lhes pertence enquanto terra indígena tradicional. Habitação tradicional e originalidade se coadunam, na composição da premissa fundamental que garante amparo legal (art. 231 CF) a uma demarcação para terra indígena: o grupo indígena pretendente deve ser tradicional da região desde tempos imemoriais. Voltando a questão do fechamento da BR 101, este foi conduzido por antropólogos e estudantes afim, ligados a ONGs e partidos políticos, mas também vinculados a setores da UFSC-Universidade Federal de Santa Catarina. Este grupo composto por antropólogos de quinta categoria, insiste em fazer prevalecer uma fraude antropológica bizarra, ainda não dirimida pelas instituições federais responsáveis. Fraude garantida pela chancela da UFSC embora esta Universidade, tenham sido informada mediante documentação que a intenção demarcatória de seus antropólogos, transita pelo afastamento das premissas fundamentais que definem o conceito "Ética Científica". O imoral e ilícito justifica, neste caso, a obtenção do benefício particular, manifestado através de salários pagos por aquela instituição aos seus antropólogos, ditos indigenistas. Salários compatíveis aos níveis federais pagos a docentes com títulos de doutores e mestres em antropologia. Por fim, suas fraudes científicas, que lhes garantem seus polpudos salários, também contribuem em centenas de milhões de reais (aprox. 600 milhões) na majoração indevida nos custos da transposição do Morro dos Cavalos (túneis) desta vez, através das fraudes antropológicas anexadas ao EIA-RIMA em sua componente indígena, atinente ao trecho da BR 101 que abrigará os túneis. Ética é coisa do passado, científica, então, nem se fala!

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